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O que acontece quando você combina analgésicos com álcool

A interação medicamentosa de alguns remédios com a bebida pode ser bem perigosa.

Por Gabriela Kimura 18 Maio 2016, 12h31 | Atualizado em 21 jan 2020, 10h00
KatarzynaBialasiewicz/Thinkstock/Getty Images
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Em algum ponto da sua vida, você já deve ter escutado que precisa tomar cuidado com a dupla bebida + remédio. Normalmente relacionada aos antibióticos, essa preocupação é bem real e vai além desse tipo de medicamento.

Quando você sente uma dor, fica gripada ou exagera nos exercícios físicos, o analgésico é a primeira opção para aliviá-la. De acordo com o CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool), eles são campeões de vendas nas farmácias, mas podem causar dependência e prejudicar, na verdade, sua saúde. Os mais “fortes” são derivados de opioides e precisam de receita médica para comprar, enquanto as versões com dipirona, cafeína e orfenafrina não demandam o mesmo cuidado. E é aí que a automedicação pode ser muito ruim – principalmente sem um profissional orientando a não combinar com bebida alcoólica. Confira as principais reações de cada tipo de remédio:

Analgésicos “comuns”, antitérmicos e anti-inflamatórios

Ibuprofeno e diclofenaco: dor no estômago/gastrite

Naproxeno e celecoxib: problemas no fígado

Acetaminofeno*: taquicardia. Aqui vale ressaltar que a interação dessa substância com o álcool é altamente arriscada para problemas no fígado.

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Anagélsicos opioides

Meperidina e oxicodona: sonolência, tontura, risco aumentado de overdose, diminuição da frequência respiratória (bradipneia), dificuldade para respirar, prejuízo na coordenação motora, alterações de comportamento e prejuízos de memória.

Tramadol: sonolência, tontura.

Relaxantes musculares

Ciclobenzaprina e carisoprodol: sonolência, tontura, risco aumentado de overdose, diminuição da frequência respiratória (bradipneia), dificuldade para respirar, prejuízo na coordenação motora, alterações de comportamento e prejuízos de memória.

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Além disso, a interação pode ser especialmente prejudicial para as mulheres. Isso porque o organismo feminino costuma ter uma porcentagem menor de água do que o masculino, levando a uma maior concentração de álcool na sangue delas do que deles. A CISA alerta que não há um período específico seguro para o consumo de bebidas alcoólicas com o uso do remédio, pois a interação pode ocorrer desde horas até dias. Por isso, recomenda-se não beber durante o tratamento.

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