Os fetiches sexuais que devem ganhar ainda mais adeptos em 2025
Entre o comum e o exótico, confira o que o sexo para 2025 pode oferecer

Com a chegada de um novo ano, muitas pessoas estabelecem metas pessoais e profissionais. Porém, a vida sexual acaba sendo deixada de lado. Que tal começar 2025 explorando novas fontes de prazer? Confira algumas dicas e dê uma dinâmica diferente para o seu relacionamento!
Use a literatura como fonte de inspiração erótica
Fortalecer a intimidade exige a experimentação de novas posições sexuais, bem como lugares inusitados. Alterar o ambiente e a dinâmica do sexo cria uma atmosfera de novidade e excitação. Para isso, busque inspiração em livros, cenas de filme, podcasts e outros vídeos.
Segundo a sexóloga Sabrina Munno, “Ler sobre estas práticas, conversar sobre o que faz sentido para o casal e introduzir de forma segura são umas das dicas! Conversar com casais ou pessoas que já praticam também é uma forma de entender melhor e não cometer erros com a falta de experiência”.

Mamilos masculinos podem (e devem) ser estimulados
De acordo com a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, as áreas menos óbvias do corpo que podem ser exploradas são: “Os mamilos masculinos são bastante excitáveis. Lamber dedos dos pés e das mãos pode funcionar para muitas pessoas também. A região das axilas é extremamente sensível, mas poucas pessoas se aventuram a lambê-la, talvez por causa do suor ou dos pelos, que podem provocar uma certa aversão”.
Sabrina acrescenta e menciona a área da nuca e a parte interna da coxa, destacando que cada um tem os seus pontos de sensibilidade.
Sex toys devem ficar ainda mais inovadores
Inovar no quarto com o uso de brinquedos sexuais pode apimentar o relacionamento. Vibradores, anéis penianos e itens como vendas e algemas permitem muita diversão e prazer na hora H.
“Para pessoas com vulva e clitóris, os bullets são uma opção inicial bem interessante. Para pessoas com pênis, aposte em anéis penianos ou um egg, que é um masturbador simples. Para casais heterossexuais, opte por anéis penianos com texturas que possam estimular o clitóris durante a penetração”, informa a terapeuta.
Como dica de brinquedo, a sexóloga orienta ir junto ao parceiro escolher e pedir ajuda para profissionais. “Use sempre com um lubrificante para maior conforto, e se a vibração for muito intensa, use por cima da calcinha”, complementa Sabrina.

O ambiente da transa recebe cada vez mais atenção
Aqui, aposte em uma iluminação suave, crie uma playlist adequada para o momento e complemente a produção com o uso de óleos essenciais, velas aromáticas e massagens, aumentando, assim, o desejo e a conexão física e emocional.
“Há várias maneiras de começar, desde inovações simples, que podem acontecer durante o ato sexual, como toques sutis em regiões não exploradas, uso de lubrificantes que estimulam os sentidos (esquentam, esfriam), velas que se transformam em cremes de massagens, vendas, algemas”, complementa.
Autoestima, mais do que nunca, é parte essencial do sexo
O autocuidado e a aceitação do corpo são elementos fundamentais para uma vida sexual satisfatória. “A masturbação ajuda muito no autoconhecimento. Não só auxilia a pessoa a saber onde e como gosta de ser tocada, mas também pode ser incorporada como prática sexual do casal: as pessoas podem praticar masturbação mútua ou se masturbarem enquanto praticam o sexo”, acrescenta.

Comunicação aberta (É hora de falar sobre os fetiches)
O diálogo é essencial para qualquer relacionamento. Logo, converse sobre fantasias, fetiches e desejos sexuais. Além disso, discuta sobre o que funciona ou não durante os momentos íntimos, estabelecendo limites e criando um espaço de confiança.
Ana também comenta que a melhor forma de introduzir novas práticas sexuais sem pressão é de forma lenta e gradual. “As pessoas precisam dar tempo para as parcerias, nada de ficar insistindo diariamente. Sexo precisa ser encarado como um momento de diversão, de prazer. Explorar práticas sexuais é uma proposta de ampliação, de somar sensações e precisa ter um caráter de curiosidade, nunca de obrigação”.
E quando o parceiro não compartilha os mesmos interesses?
É possível realizar uma prática que o outro trate como desejada desde que você não sinta obrigada a fazê-la. Nesse sentido, “preferências alheias sempre têm que vir como um convite para experimentação, não como uma ordem. Quanto mais a prática sexual é fundamental para o prazer de alguém, mais difícil fica negociar caso ela seja recusada pelo outro”, finaliza.
Aqui, vale destacar que, em caso de pressão para experimentar novas formas, é preciso dizer não e respeitar a sua vontade.
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