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O sofrimento com a rinite alérgica pode ter os dias contados

Uma nova vacina pode ser o alívio que seu nariz tanto precisava.

Por Gabriela Kimura
13 Maio 2016, 15h57 • Atualizado em 12 abr 2024, 10h33
Voyagerix/Thinkstock/Getty Images (/)
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  • O médico e pesquisador Edmir Américo Lourenço, da Faculdade de Jundiaí, passou os últimos 10 anos realizando estudos sobre o desenvolvimento de uma vacina que pudesse tratar a rinite alérgica a longo prazo.

    Na verdade essa vacina já existe: o que o titular da pesquisa aponta é que agora ela possa ter maior ação na hora de eliminar os sintomas mais comuns dos alérgicos. Quem sofre com a rinite enfrenta espirros constantes, coriza e nariz entupido, quase o tempo todo. Os resultados do estudo com 281 pacientes durante três anos são promissores: 80% tiveram sintomas que desapareceram.

    Apesar de não ser a “cura” – a pessoa continua sendo alérgica, apenas não manifesta os desagradáveis sinais -, o tratamento poderia melhorar muito o dia a dia da população com rinite. O trabalho foi publicado na revista brasileira International Archives of Otorhinolaryngology, que é editada em inglês e tem repercussão internacional.

    Como funciona

    A vacina foi aprimorada pelo médico, buscando personalizar a necessidade alérgena de cada paciente. Por meio de um teste de contato na pele, analisa-se os resultados e cria-se uma opção que corresponda à principal alergia da pessoa. Individual e especializada, são ao todo 30 doses, que são aplicadas no período de um ano e dois meses.

    Reprodução/Giphy
    Reprodução/Giphy ()

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    A maioria das causas são as que você, provavelmente, já ouviu falar: poeira, pó, pólen, pelos de animais, ácaros e fungos. Por isso é tão difícil evitar que sua “alergia ataque” durante o dia – afinal, em qualquer lugar que você estiver, esses ~monstrinhos~ também estarão.

    Por enquanto essa opção só está disponível em clínicas particulares, com valor aproximado de R$ 1.000 pelo tratamento. A esperança é de que o estudo consiga patrocínio para produzir em maiores escalas e ajudar em média 30% da população mundial que sofre com o problema.

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