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Exaustas e desempregadas: a pandemia castiga mais as mulheres

Brasil registra milhões de mulheres a menos na força de trabalho e retomada do emprego será mais lenta para elas

Por 2 fev 2021, 14h56
Mulher exausta
Mulher exausta: pesquisadores já observam o declínio da felicidade feminina (tatyana_tomsickova/Getty Images)
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No terceiro trimestre de 2020, o Brasil registrou 8,5 milhões de mulheres a menos na força de trabalho, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados do IBGE, colhidos na Pnad Contínua.

A taxa de participação das mulheres na força de trabalho ficou em 45%, 14% menos do que em 2019. A retomada (tímida) do mercado de trabalho vista no segundo semestre privilegiou postos ocupados por homens.

A desigualdade está nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o saldo ficou em 230,2 mil vagas criadas para homens e 87,6 mil empregos formais perdidos para as mulheres.

A volta das mulheres para o mercado será mais lenta do que para os homens, segundo especialistas entrevistados pela Folha. Mulheres com menos qualificação serão as últimas a conseguirem sair da inatividade, segundo as previsões.

Uma das razões apontadas é justamente a sobrecarga feminina em papéis domésticos. Mais da metade das brasileiras passou a cuidar de alguém na pandemia. Às mulheres coube cuidar de familiares e filhos durante a pandemia, um quadro que está levando elas à exaustão. Especialistas deram até um nome para o cansaço extremo que atinge, sobretudo as mulheres, em tempos de pandemia fadiga pandêmica.

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