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Coluna da Marcia de Luca

Por Coisas da Alma Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Marcia de Luca é especialista em ioga, meditação e ayurveda há mais de 30 anos

Nunca é tarde para começar a procurar seu dom

Nossos corações são moradas habitadas por deuses à espera de uma chance para ser libertos. Não perca essa oportunidade.

Por Marcia de Luca Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
13 mar 2017, 18h30
 (m-imagephotography/ThinkStock)
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Todos nós buscamos a tal da felicidade. Pessoas passam a vida inteira procurando esse sentimento sem nunca conseguir vivê-lo plenamente. Uma pena, pois, segundo os sábios da Índia, ele está mais perto do que podemos imaginar: mora dentro da gente, em nossa verdadeira essência. Encontrá-lo exige bastante dedicação.

Ensinam os mestres que cada um de nós tem um propósito especial na vida. Trata-se de um talento único que deve nortear todos os nossos pensamentos, palavras e ações. Um indivíduo só consegue encontrar a real felicidade, no sentido mais profundo da palavra, ao descobrir seu verdadeiro dom e viver em concordância com ele.

Mais do que isso: nós, seres humanos, só podemos experimentar o êxtase da vida, uma condição sublime e, infelizmente, vivida apenas por poucos hoje em dia, quando nos tornamos capazes de usar tal dom especial para promover o bem ao próximo. Esse é, na verdade, o maior objetivo da vida, a exaltação do espírito.

Vivenciar esse propósito e cumprir sua missão é a única maneira de evoluirmos. O nascimento de um filho, portanto, é uma grande oportunidade para o crescimento. Ao mesmo tempo, trazer um ser humano à vida é uma enorme responsabilidade. Costumo dizer que a maior função dos pais é observar os filhos com cuidado e amor para ajudá-los a identificar e compreender seus dons.

Cabe a eles ainda orientar os rebentos no cumprimento de seus desígnios para que vivam em paz e bem-estar. Dessa maneira, estão não só trabalhando pelo bem da própria família mas contribuindo para um mundo com mais alegria e justiça.

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Agora você deve estar se perguntando:  “Como é possível encontrar meu verdadeiro dom?”. Ou ainda: “Como faço para saber se estou agindo de acordo com meu talento?”. Fazer essas perguntas é o primeiro passo dessa busca. Afinal, mostra que você tem interesse pelo autoconhecimento. Não importa sua idade, nunca é tarde para começar a procurar.

Inicie prestando atenção em você. Parta para uma jornada espiritual em busca do seu verdadeiro eu, da sua verdadeira natureza. Observe e analise suas características, suas preferências, suas ações, o modo como se relaciona com as pessoas que ama, com seu trabalho. Para onde tais atitudes conduzem você? Onde e como se sente mais feliz, mais serena? E, por outro lado, onde estão os conflitos? De que forma acredita fazer a diferença para a comunidade em que vive? Você encontra sentido em suas ações?

Se sua busca for diária e persistente, não tenho dúvidas de que você identificará ações e atitudes em que se destaca e que a deixam tão absorvida que mal é possível notar a passagem do tempo. Estamos no mundo para a jornada de autoconhecimento e, por meio dele, de autodesenvolvimento.

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Esse deve ser nosso objetivo maior. Você terá certeza de que encontrou seu propósito quando a vida lhe parecer leve como uma pluma. Tédio, apatia ou cansaço não farão parte da sua realidade. Imagine como seria o mundo se cada um vivesse em sintonia com sua essência e ainda a estivesse usando para o bem do próximo.

Nossos corações são moradas habitadas por deuses à espera de uma chance para ser libertos. Não perca essa oportunidade.

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