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Retorno do maximalismo e mais: 9 tendências de decoração para 2026

Da neutralidade estratégica à identidade brasileira, confira o que deve bombar no décor no próximo ano

Por Julyana Oliveira
9 jan 2026, 08h00 • Atualizado em 19 jan 2026, 13h47
Tendências de decoração para 2026
Saiba o que promete estar em alta na decoração durante 2026 (Unsplash/Reprodução)
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  • As tendências de decoração para 2026 revelam um momento de amadurecimento do morar. Depois de anos marcados por minimalismo rígido e neutralidade extrema, os interiores passam a refletir desejos mais complexos: conforto emocional, identidade cultural, tecnologia integrada e espaços pensados para a vivência real.

    A seguir, reunimos os principais caminhos apontados que devem bombar no próximo ano.

    1) O branco como pausa visual e base de equilíbrio

    Tendências de decoração para 2026
    A cor branca reflete a busca por ambientes mais calmos e organizados visualmente (Unsplash/Reprodução)

    A escolha da Pantone por um tom de branco como cor do ano traduz um desejo coletivo por descanso e desaceleração. Para Luiza Andrade, sócia do escritório Andrade e Silva, essa neutralidade não representa ausência, mas, sim, um ponto de equilíbrio dentro dos espaços.

    reflete a busca por ambientes mais calmos e organizados visualmente, especialmente em um cotidiano cada vez mais acelerado. Em 2026, o branco e os tons claros aparecem como base para projetos que pedem leveza, mas sem abrir mão de identidade.

    2) Maximalismo como linguagem dominante

    Tendências de decoração para 2026
    Em 2026, o excesso passa a ser intencional e carregado de significado (Unsplash/Reprodução)

    O maximalismo deve se consolidar de vez em 2026. Na leitura da arquiteta Heidy Briotto, o excesso passa a ser intencional e carregado de significado. Mais cor, mais textura, mais informação visual e mais contraste entram em cena, substituindo propostas excessivamente contidas.

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    O branco, nesse contexto, atua como respiro entre camadas de estímulo, permitindo que o maximalismo seja expressivo sem se tornar caótico.

    3) Texturas em evidência e materiais sensoriais

    Tendências de decoração para 2026
    Será possível observar a valorização de superfícies táteis, como madeiras com veios aparentes, tecidos volumosos e acabamentos de pintura com textura (Unsplash/Reprodução)

    Com uma paleta mais neutra como pano de fundo, os materiais ganham protagonismo. Luiza aponta a valorização de superfícies táteis, como madeiras com veios aparentes, tecidos volumosos e acabamentos de pintura com textura. O toque passa a ser tão importante quanto a estética, reforçando a dimensão sensorial dos ambientes e aproximando os espaços da experiência humana.

    4) Retorno das madeiras escuras e cores vibrantes

    Tendências de decoração para 2026
    O ano apresentará um retorno massivo das madeiras nacionais mais escuras, como jatobá, jacarandá, ipê e louro-preto (Unsplash/Reprodução)

    Na contramão das madeiras claras que dominaram os últimos anos, Heidy observa um retorno massivo das madeiras nacionais mais escuras, como jatobá, jacarandá, ipê e louro-preto. Esse movimento vem acompanhado de cores intensas, azul cobalto, vermelho, laranja, e de tecidos florais, listrados e geométricos, sempre com alto contraste. O minimalismo perde força, dando espaço a uma estética mais expressiva e brasileira.

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    5) Tecnologia integrada e menos visível

    Tendências de decoração para 2026
    Sistemas integrados economizam tempo, reduzem esforços e permitem que o morador aproveite melhor os espaços (Unsplash/Reprodução)

    A automação deixa de ser um luxo e passa a ser parte natural da casa. Para Luiza, as pessoas estão cada vez mais abertos à tecnologia quando ela simplifica a rotina. Sistemas integrados economizam tempo, reduzem esforços e permitem que o morador aproveite melhor os espaços.

    Em 2026, a tecnologia não disputa atenção visual: ela funciona de forma silenciosa e eficiente.

    6) Inteligência artificial no cotidiano doméstico

    Casa inteligente
    A IA impacta a indústria, os processos de fabricação e a personalização dos ambientes (Divulgação/Amazon)

    Heidy destaca que a inteligência artificial será cada vez mais presente nos lares, seja em sistemas de automação mais intuitivos, seja em dispositivos que facilitam a vida diária.

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    A IA também impacta a indústria, os processos de fabricação e a personalização dos ambientes. O futuro aponta para casas inteligentes de forma orgânica, quase imperceptível, integradas ao dia a dia sem protagonismo estético.

    7) Casas menos instagramáveis e mais vividas

    Tendências de decoração para 2026
    Os interiores passam a ser menos pensados para fotos e mais para a experiência real (Unsplash/Reprodução)

    O comportamento do consumidor indica uma mudança clara de prioridade. Luiza observa uma busca crescente por espaços que incentivem o convívio, o contato humano e a identificação emocional.

    Em resposta a uma vida cada vez mais digital, os interiores passam a ser menos pensados para fotos e mais para a experiência real, com layouts que aproximam pessoas e estimulam o uso cotidiano.

    8) Valorização da cultura e da identidade

    Tendências de decoração para 2026
    A casa passa a contar histórias por meio da materialidade, do mobiliário e da decoração (Unsplash/Reprodução)
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    Para Heidy, 2026 marca um retorno à essência do morar brasileiro. A casa passa a contar histórias por meio da materialidade, do mobiliário e da decoração. Peças artesanais, referências culturais e soluções que traduzem a diversidade do país ganham força, ampliando a identidade dos projetos e afastando a padronização global.

    9) Arte brasileira como protagonista do décor

    Sala de estar com parede verde, plantas e quadros
    A arte brasileira traz cor, profundidade e narrativa aos ambientes na decoração este ano (Andressa Guerra/CLAUDIA)

    A presença da arte se intensifica nos interiores. Luiza aposta em uma valorização maior das obras de artistas brasileiros, que trazem cor, profundidade e narrativa aos ambientes. A arte deixa de ser complemento e passa a ser elemento estruturante do projeto, especialmente em espaços de base neutra.

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